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Atores abandonam carreira artística para seguir a empresarial; Raphael Brito comenta

Para o empresário, transição de ator para empreendedor pode dar certo, porque muitas habilidades dos atores são transferidas para os negócios

Nos últimos anos, tem aumentado o número de atores e artistas que, ao invés de investirem exclusivamente na carreira artística, optam por seguir no mundo empresarial. E, em muitos casos, é nítido o sucesso obtido nessa nova empreitada, com resultados que vão desde a abertura de negócios inovadores até o reconhecimento como gestores de destaque no mercado corporativo.

Afastado das telas desde 2017, Rafael Zulu é o mais novo bem-sucedido no mercado empresarial. Durante a pandemia de Covid-19, Rafael deu espaço para um projeto ambicioso e entrou como sócio da DUE Incorporadora, empresa especializada em empreendimentos de alto padrão em Pernambuco. O ator diz que só conseguiu sua independência financeira após se tornar um “homem de negócio”. Seu último trabalho na televisão foi na novela “O Outro Lado do Paraíso”, da Globo.

Outro nome conhecido que aproveitou para investir em outra área durante o surto da doença foi o ator Henri Castelli. Longe das novelas desde 2019, o ex-integrante de “Malhação” usou uma parte do sucesso que conquistou nos últimos anos para abrir um espaço de evento dentro do estádio do Morumbi, uma franquia de clínicas de estética e uma linha de cosméticos masculina.

Segundo Raphael Brito, empreendedor, a transição para o mundo empresarial pode ser bem-sucedida porque muitas habilidades que os atores desenvolvem em suas carreiras podem ser transferidas para os negócios.

Ele observa que as habilidades de comunicação, liderança, trabalho em equipe e resolução de problemas que os atores adquirem são extremamente valiosas empreendendo. Brito acrescenta que os atores também têm a vantagem de ter uma rede de contatos na indústria do entretenimento que podem ser úteis em seus empreendimentos.

“Eu acredito que, muitas vezes, a transição de ator para empreendedor pode dar certo, porque muitas habilidades que os atores desenvolvem em suas carreiras podem ser transferidas para os negócios. Comunicação, liderança, trabalho em equipe e resolução de problemas que os atores adquirem são extremamente valiosas empreendendo, além disso, eles têm a vantagem de ter uma rede de contatos na indústria do entretenimento que podem ser úteis em seus empreendimentos”, disse.

Além disso, ele reforça que a imagem que a celebridade já possui pode ajudar no sucesso do empreendimento.

“A fama e o sucesso dos atores na indústria do entretenimento podem ajudá-los ou prejudicá-los em seus negócios, dependendo de como esses ativos são usados. Por um lado, a fama pode chamar a atenção para seus negócios e aumentar sua credibilidade, enquanto o sucesso pode estabelecer parcerias com outras empresas”, finaliza Raphael Brito.

Gabriella Vivere

Gabriella Vivere, tem em seu currículo um vasto conhecimento tanto na comunicação, quanto em gestão de empresas. Além de jornalista, em seus mais de 15 anos de experiência em conectar pessoas e empresas, ela também é especialista em vendas, grandes marcas, commodities e mercado internacional. A paixão por comunicação surgiu após trabalhar em uma agência multinacional de notícias. Seu talento e expertise com novos negócios lhe deram visão para ampliar suas conexões e experiências profissionais. Assim, abriu sua própria agência de comunicação, assessoria de imprensa e marketing, a Vivere Press, onde acompanha de perto todos os processos.
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