De Alagoas aos Estados Unidos: Luizandré Barreto amplia atuação internacional com foco em comércio exterior e tecnologia
Empreendedor consolidou trajetória ligada ao comércio global, criou iniciativas de capacitação profissional e expandiu operações para o mercado norte-americano em 2026

Durante muito tempo, o comércio exterior foi visto como um segmento distante da realidade de muitas empresas brasileiras. Hoje, porém, a internacionalização dos negócios ganhou espaço em diferentes setores da economia, movimento acompanhado por profissionais que atuam na conexão entre mercado, tecnologia e formação empresarial.
É nesse cenário que se insere a trajetória de Luizandré Barreto. Natural do Recife, mas com história construída em Alagoas, o empresário desenvolveu uma atuação voltada ao comércio internacional, à capacitação profissional e à criação de projetos ligados à nova economia.
Mudando-se ainda criança para Maceió, em 1986, Barreto iniciou sua experiência profissional em negócios familiares, desenvolvendo competências ligadas à operação comercial, negociação e relacionamento com clientes.
O contato com o mercado internacional surgiu posteriormente, por meio de uma parceria voltada ao desenvolvimento de produtos na China em colaboração com uma indústria pernambucana. A experiência abriu caminho para o aprofundamento em temas como importação, desenvolvimento de produtos e negociações internacionais voltadas ao mercado brasileiro.
Comércio exterior e implementação de operações internacionais
A partir de 2017, Luizandré Barreto passou a atuar na estruturação de departamentos de comércio exterior em empresas brasileiras, especialmente ligadas ao varejo, além de desenvolver projetos em parceria com instituições como Fecomércio e Sebrae.
Ao longo desse período, participou da organização de missões empresariais para mercados dos Estados Unidos, Europa e Ásia, promovendo aproximação entre empresários brasileiros e oportunidades internacionais relacionadas à importação, exportação e estratégias de expansão de mercado.
Segundo especialistas do setor, operações internacionais exigem uma combinação de fatores que vão além da compra e venda entre países, envolvendo planejamento tributário, logística, análise financeira e compreensão dos mercados globais.
Da CNIA à expansão nacional com foco em inovação
Em 2019, um novo projeto passou a integrar sua trajetória profissional.
Com a chegada de investidores chineses interessados em produtos brasileiros, especialmente do setor alimentício, Luizandré Barreto participou da articulação de encontros entre empresários, lideranças e representantes do setor produtivo.
A iniciativa resultou na criação da CNIA, Câmara de Negócios Internacionais de Alagoas, entidade dedicada ao fortalecimento do comércio exterior e ao desenvolvimento de conexões institucionais com representantes internacionais.
Posteriormente, o projeto ampliou seu escopo e, em 2023, passou a operar sob a marca CFI, Câmara de Fomento Internacional, assumindo caráter nacional e incorporando uma agenda voltada também à inovação, tecnologia e desenvolvimento profissional.
Dentro dessa expansão surgiu a CFI Academy, plataforma direcionada à capacitação em comércio internacional, tecnologia e economia digital.
Entre os programas desenvolvidos estão iniciativas como Aprendiz Digital e IA para Todos, voltadas à qualificação de jovens e adultos para atuação em ambientes profissionais ligados à transformação digital e aos mercados globalizados.
A proposta inclui formação prática, acompanhamento de desempenho, certificação e aproximação entre profissionais capacitados e empresas.
Operação nos Estados Unidos marca nova fase
Em 2026, a CFI deu mais um passo em sua estratégia de internacionalização ao iniciar operações nos Estados Unidos.
A iniciativa busca fortalecer o intercâmbio entre Brasil e mercado norte-americano, ampliando oportunidades ligadas ao comércio exterior, à inovação e à aplicação de tecnologia nos negócios.
Com uma trajetória desenvolvida a partir de Alagoas e projetada para o cenário internacional, Luizandré Barreto passou a integrar iniciativas ligadas à qualificação empresarial, à formação de mão de obra especializada e à integração entre tecnologia e comércio global.









