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“Lugar de porco não é no shopping”: influenciadora Amanda Fróes discute com visitante após levar pet a passeio

Presença de porquinho em shopping movimenta público, viraliza e levanta debate sobre regras e convivência com animais fora do padrão

Um passeio com um animal de estimação fora do comum foi suficiente para provocar um bate-boca e abrir discussão nas redes sociais. A influenciadora Amanda Fróes foi abordada por um visitante ao circular com seu porquinho de estimação, Gautier, dentro de um shopping de alto padrão.

A cena chamou atenção de quem passava. Enquanto parte do público se aproximava para tirar fotos e fazer carinho no animal, um homem demonstrou incômodo e questionou a presença do pet. “Lugar de porco não é no shopping”, disse.

A influenciadora reagiu na hora e rebateu o comentário. “Ele não está incomodando ninguém. Meu porquinho é educado, dócil e só traz alegria”, afirmou. Em tom firme, completou: “Lugar de porco é onde eu quiser. Os incomodados que se mudem”.

Conhecida por mostrar a rotina com o animal nas redes sociais, Amanda costuma tratar Gautier como membro da família e afirma que ele tem comportamento tranquilo em ambientes públicos. Ela também chama atenção ao se referir ao pet como “não binárie”. “Elu é livre. Não vou rotular”, disse.

Apesar do episódio, o passeio foi marcado por interação intensa com o público. Segundo a influenciadora, crianças, idosos e pessoas com deficiência se aproximaram do animal e demonstraram carinho. “Teve muita gente feliz, emocionada. Isso é o que importa”, afirmou.

O caso repercutiu e levantou questionamentos sobre a presença de animais considerados não convencionais em espaços públicos. No Brasil, onde há mais de 160 milhões de pets, cães e gatos já são comuns em locais pet friendly. Já a circulação de outras espécies ainda divide opiniões.

Especialistas apontam que a entrada de animais em ambientes como shoppings depende de regras internas e deve considerar fatores como segurança, higiene e bem-estar coletivo.

O episódio envolvendo Amanda Fróes evidencia um debate cada vez mais frequente: até onde vai a liberdade dos tutores e quais são os limites para a convivência de diferentes tipos de animais em espaços compartilhados.

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