VIVI estreia EP autoral que revela sua fase mais madura e surpreende com feats de Luccas Carlos, Gaab e MC Luuky

Após meses de expectativa, VIVI apresenta ao público seu primeiro EP, intitulado “VIVI”, disponível a partir de terça-feira, 28 de outubro, às 21h, em todas as plataformas de streaming. O projeto, composto por seis faixas — entre elas colaborações com Luccas Carlos, Gaab e MC Luuky —, chega acompanhado de visuais com estética vintage gravados na ilha da família da artista em Angra dos Reis (RJ), local que sempre despertou curiosidade entre os fãs e que, agora, ganha destaque ao reforçar o conceito retrô e afetivo da nova fase.
“Eu pensei muito sobre o nome desse primeiro EP, e decidi trazer o meu nome mesmo, VIVI, pois essa é uma apresentação sobre quem eu sou, uma resposta sobre o que falam de mim, onde canto também sobre meus amores e trago as minhas referências e gostos na música”, explica a cantora.
Com uma sonoridade plural que combina pop, R&B, Bossa Nova e funk, o EP marca uma fase mais madura e autoral de VIVI — cantora, empresária e criadora de conteúdo com mais de 30 milhões de seguidores nas redes sociais. O projeto nasceu após um processo de criação que durou cerca de um ano, período em que a artista decidiu reformular completamente o conceito inicial para refletir o momento mais solar e verdadeiro de sua carreira.
“VIVI” abre com a faixa “Pobre Menina Rica”, uma ironia à idealização pública em torno de sua imagem, com direito a uma citação à icônica “Alô, Alô, Marciano”, de Rita Lee e Roberto de Carvalho, eternizada na voz de Elis Regina. “As pessoas têm liberdade para entender como quiserem essa faixa, mas a ideia dela é servir como ironia a tudo que já disseram sobre a idealização do que acreditam que eu seja, uma famosa menina de família rica e proprietária de uma ilha”, comenta VIVI.
Na sequência, “Boneca”, com MC Luuky, aposta em uma sonoridade dançante. “Eu fiquei muito feliz que o MC Luuky topou estar nessa faixa, que é mais dançante. Eu já vinha flertando com o funk mtg – que eu gosto – e, agora, trago um funk paulista que é muito gostoso para também curtir na balada”, conta a cantora.
Já “Banquete”, faixa que viralizou e o público já conhece, reaparece como parte desse novo capítulo. “Essa música todos já conhecem, e eu falo em tom de brincadeira sobre alguns estereótipos masculinos de relacionamentos que eu já tive, que ironicamente são servidos de forma lúdica como entrada, prato principal e sobremesa”, explica.
Entre as inéditas, “Noites em Miami” une VIVI a Luccas Carlos, numa envolvente faixa de R&B que fala sobre o recomeço amoroso após um término conturbado. “Fiquei honrada em poder contar com o Luccas, que eu sou fã desde a adolescência. Ainda mais para essa música que é baseada em uma vivência minha. Sabe aquele cara perfeito que aparece depois de um relacionamento conturbado? Pois é sobre isso! Era um cara ideal, mas que não pude seguir com ele”, revela.
Em “Literalmente”, parceria com Gaab, VIVI mergulha novamente no R&B para narrar uma relação intensa e efêmera. “Foi um affair que me deixou arrasada quando a idealização passou. A sonoridade desse som também é R&B, e pude ter a alegria de contar com o Gaab para essa collab, artista que esteve presente em alguns sofrimentos da minha adolescência”, conta.
O EP encerra com “Aquário”, um pop nostálgico que conecta VIVI às suas origens em Belo Horizonte (MG), cidade onde cresceu antes de se mudar para São Paulo. “É uma faixa que canto sobre como foi o processo da minha adolescência até a fama. Aquário é uma metáfora para as redes sociais, onde as pessoas observam a minha vida através das paredes de vidro”, explica.
Os visualizers, que foram filmados inteiramente na ilha da família em Angra dos Reis (RJ), traduzem o universo visual e emocional do projeto, reforçando o conceito retrô que permeia o EP e resgatando memórias vividas pela cantora naquele lugar. A direção criativa tem assinatura da própria artista em parceria com a Mynd, maior agência de influência do Brasil e responsável por seu empresariamento artístico.
Com “VIVI”, a cantora consolida uma nova era em sua carreira, unindo estética, conceito e autenticidade para apresentar ao público uma artista que domina sua própria narrativa e se reinventa musicalmente com maturidade e frescor.









