Ana Beatriz Godoi curte jogo do Brasil nos EUA e compara clima da Copa ao Carnaval
Ela é rainha de bateria da Rosas de Ouro, escola de samba de São Paulo

A rainha de bateria da Rosas de Ouro, Ana Beatriz Godoi, trocou a fantasia e a avenida pela camisa da seleção e os estádios da Copa do Mundo. Ela embarcou para os Estados Unidos e garante que, para quem vive o Carnaval de perto, o clima da Copa é praticamente o mesmo.
“É a mesma energia, só muda o look, a roupa mesmo. Tem emoção, gritaria, música, gente cantando junto e aquele frio na barriga antes de tudo começar”, brinca. “Tinha até samba, é uma festa. Não sou muito do futebol, acompanho mais as fofocas (risos), mas ali a sensação é diferente, é inesquecível”.
Ana Beatriz conta que a festa da Copa não acontece só dentro do estádio. Ela começa nas ruas, nos encontros dos torcedores, nas bandeiras espalhadas pela cidade e naquele clima de expectativa que toma conta de todo mundo. “No Carnaval, a gente espera o ano inteiro pelo desfile. Na Copa é a mesma coisa. Quando chega, parece que o mundo inteiro entra na festa”.
Acostumada a desfilar diante de milhares de pessoas, ela diz que sempre presta atenção em quem está do outro lado do espetáculo. E pretende fazer o mesmo durante a viagem. “Eu adoro observar a torcida. Tem país que canta o jogo inteiro, tem gente que capricha no figurino, leva instrumento, faz coreografia… É impossível não lembrar de uma escola de samba”.
Para ela, a torcida brasileira continua sendo uma das mais animadas do mundo justamente porque leva o futebol como paixão. “O brasileiro gosta de transformar tudo em festa, né? A gente canta, dança, abraça quem nunca viu na vida. Acho que é por isso que futebol e Carnaval combinam tanto. Os dois mexem com a emoção. São paixões nacionais”.
Depois da Copa, e de volta ao Brasil, Ana Beatriz já encara a maratona do Carnaval com ensaios na quadra, eventos da escola e o lançamento das fantasias.









