Defesa de Joelma nega dívida milionária e esclarece disputa por mansão no Pará

A situação envolvendo uma mansão de Joelma em Ananindeua, na região metropolitana de Belém, voltou a chamar atenção por causa da disputa que envolve a propriedade e a permanência de Ximbinha no imóvel. Diante das informações que circulam sobre o caso, a equipe jurídica da cantora decidiu esclarecer alguns pontos relacionados à residência.
De acordo com a defesa de Joelma, não procede a informação de que existiria uma dívida próxima de R$ 700 mil vinculada à propriedade. Os advogados afirmam que a situação financeira relacionada ao imóvel é diferente daquela que foi divulgada anteriormente e ressaltam que não há um débito nesse valor atribuído à cantora.
A mansão pertence a Joelma e está localizada em Ananindeua, município que faz parte da região metropolitana de Belém. Atualmente, o imóvel permanece sob a posse de Cledivan Almeida Farias, nome de batismo de Ximbinha, ex-marido da artista.
A propriedade se tornou um dos pontos de conflito após o fim do relacionamento entre os dois. A separação do casal, que durante anos esteve à frente da banda Calypso, também acabou envolvendo questões patrimoniais que precisaram ser discutidas posteriormente.
Segundo os esclarecimentos apresentados pela defesa, existe uma pendência relacionada ao imóvel desde dezembro de 2025, mas o valor e a natureza dessa questão não correspondem à cifra de quase R$ 700 mil que chegou a ser mencionada.
A equipe jurídica da cantora também busca evitar que informações sobre a propriedade sejam interpretadas como se Joelma estivesse inadimplente com uma dívida de grande proporção. A defesa sustenta que é necessário diferenciar a existência de uma pequena pendência da informação de que haveria um débito elevado acumulado.
O imóvel está no centro de uma disputa que se arrasta desde a separação do ex-casal. Durante o período em que estiveram juntos, Joelma e Ximbinha construíram um patrimônio e mantiveram diferentes bens, alguns dos quais passaram a ser alvo de discussões depois do rompimento.
A mansão no Pará acabou se tornando um dos símbolos dessa disputa patrimonial. Mesmo após o fim da união, Ximbinha continuou ligado à residência por permanecer na posse do imóvel, enquanto a propriedade é atribuída à cantora.
A situação ganhou nova repercussão justamente por causa das informações envolvendo possíveis valores em aberto. A defesa de Joelma, entretanto, fez questão de apresentar sua versão e contestar a existência de uma dívida de aproximadamente R$ 700 mil.
O esclarecimento ocorre em meio a um histórico de questões patrimoniais envolvendo os dois artistas. O relacionamento entre Joelma e Ximbinha terminou em 2015, mas os desdobramentos relacionados aos bens adquiridos durante a união continuaram sendo acompanhados ao longo dos anos.
A carreira do ex-casal também contribuiu para a dimensão pública da disputa. Joelma e Ximbinha alcançaram grande projeção nacional com a banda Calypso e, durante muitos anos, formaram uma das duplas mais conhecidas da música brasileira. Por isso, questões relacionadas à separação continuam despertando interesse dos fãs.
Apesar da repercussão, a defesa reforça que a questão envolvendo a mansão precisa ser analisada a partir dos dados concretos sobre o imóvel, e não apenas de valores divulgados sem a devida contextualização.
A existência de uma pendência registrada desde dezembro de 2025, conforme informado pela defesa, não significa que exista uma dívida de centenas de milhares de reais. O esclarecimento busca justamente corrigir essa interpretação e apresentar a situação financeira da propriedade de acordo com a versão dos representantes legais da cantora.
Enquanto o impasse permanece, a mansão continua sob a posse de Ximbinha, embora a propriedade seja de Joelma. O caso representa mais um capítulo das questões que permaneceram entre os dois após o fim da relação.
A defesa da cantora afirma, portanto, que a cifra de quase R$ 700 mil não corresponde a uma dívida de Joelma relacionada à mansão. O esclarecimento coloca novos elementos na discussão sobre o imóvel e reforça que a disputa patrimonial entre os ex-companheiros ainda envolve questões que precisam ser tratadas juridicamente.









