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Tia Má opina sobre polêmica que envolve participantes do reality “Casamento às Cegas”

Conhecida pode defender os direitos das mulheres, Maíra Azevedo faz pronunciamento sobre o caso com Ingrid e Leandro

O recente episódio do reality “Casamento às Cegas – O Reencontro” trouxe à tona um tema delicado e doloroso através do desabafo da participante Ingrid Santa Rita. Suas lágrimas e palavras revelam uma história de horror, violência e dor. O depoimento de Ingrid não é apenas um desabafo, mas uma denúncia corajosa que expõe a triste realidade de muitas mulheres cujos corpos são violados por seus companheiros, amantes e maridos enquanto dormem.

Tia Má, influenciadora e defensora dos direitos das mulheres, se posicionou fortemente sobre o caso. “As lágrimas de Ingrid durante o programa mostram o desespero e a dor de quem teve seu corpo violado. É angustiante ouvir que as filhas a encontraram no chão, aos prantos, e que ela teve que pedir para ser tocada com respeito. Essa história é assustadora e serve como um gatilho para muitas pessoas que já passaram por situações semelhantes,” declarou Tia Má.

Ingrid compartilhou a tensão e a dor que sentiu ao dividir o mesmo ambiente com alguém que causou tanto dano emocional e violou seu corpo. “Corpo é templo! E a família do Leandro, que se mostra tão preocupada com ele? Como vocês estão se posicionando? Amar também é corrigir, apontar erros e ensinar o respeito. É orientar a pedir desculpas e responder legal e juridicamente pelos erros cometidos,” enfatizou Tia Má.

A esperança de Tia Má é que Ingrid seja acolhida e não julgada, recebendo toda a orientação jurídica necessária. “Espero que Ingrid seja acolhida, não julgada, e receba a orientação jurídica que necessita. Espero que Leandro entenda a dimensão do que fez e responda pelo que tem a dizer. E que todo o mundo entenda que corpos femininos não são espaços públicos ou de acesso livre, e que em qualquer circunstância as mulheres devem ser respeitadas!”

A mensagem de Tia Má é clara: o abuso não tem lugar em nossa realidade, e a violação não é entretenimento. “Que a gente avance enquanto sociedade! Precisamos criar um ambiente onde o respeito e a dignidade sejam inegociáveis e onde todas as mulheres se sintam seguras e valorizadas,” conclui Tia Má.

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